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Materialização no Novo Testamento.  

 

A materialização de espíritos é um dos mais expressivos fenômenos mediúnicos, de vez que a entidade luminosa pode ser vista pelos componentes da reunião.

A ciência teve a oportunidade de estudar e confirmar diversos casos de ectoplasmia. Cientistas como Paul Gibier, Ernesto Bozzano, Aksakof, Florence Marryat, William Crookes e muitos outros atestaram a veracidade do fato mediúnico.

De todos os casos de materialização, pesquisados e observados pelos investigadores citados, o mais importante e extraordinário foi o do espírito Katie King. É relevante destacar ter sido a ectoplasmia comprovada durante anos, pelo professor William Crookes, ... considerado, na sua época, um dos três maiores sábios da Inglaterra.

Crookes pesquisou, em sua própria residência, a mediunidade de efeitos físicos da médium Florence Cook, submetendo-a a diversas experiências, constituindo as suas observações irrefragáveis demonstrações da imortalidade da alma.  

 

 

No Brasil, foi testemunha da aparição de diversos espíritos, através da faculdade mediúnica de Peixotinho. O livro “Materializações Luminosas”, publicado pela Federação Espírita do Estado de São Paulo, é fonte inesgotável de exemplos evidentes e comprobatórios do fato em tela.

A mediunidade de materialização permite aos desencarnados combinar os fluídos do seu perispírito ou corpo espiritual com o ectoplasma do médium, de maneira a se fazerem visíveis e tangíveis a qualquer pessoa por tempo mais ou menos longo.

O Novo Testamento relata uma impressionante ocorrência de fatos paranormais, sob a égide de Jesus, realizado em um alto monte. O Mestre levou consigo Pedro, Tiago e João a um lugar retirado e se transfigurou diante de todos. Os evangelistas afirmam que “o rosto do Cristo resplandecia como o Sol e Suas vestes tornaram-se brancas como a luz” (Mateus 17:1-2).

A transfiguração foi definida por Allan Kardec como um fenômeno que consiste na mudança do aspecto de um corpo vivo ( “O livro dos Médiuns”, número 122). Observe que espetáculo maravilhoso foi presenciado pelos três seguidores do Cristo, já que tiveram a oportunidade de atestar a elevação espiritual de Jesus.

Relata o evangelho que, de imediato, aparecem materializados dois varões, Moisés e Elias. É digno ressaltar que Pedro e seus companheiros “achavam-se premidos de sono” (Lucas 9:32). Apesar da presença do Mestre que por si só seria suficiente para causar o singular acontecimento, acreditamos que os apóstolos ali presentes estavam efetivamente cedendo ectoplasma, desde que, em sua grande maioria, os médiuns de materialização ficam profundamente adormecidos durante as sessões.

Assim como foi verificado nas pesquisas com Florence Cook e Madame D’Espérance, em que as médiuns, despertas e lúcidas, viram as entidades materializadas, Pedro e demais discípulos, já acordados, olharam os profetas do Antigo Testamento com tanta lucidez que Pedro manifestou a vontade de armar tenda para eles (Lucas 9:33).

Como acontece habitualmente nas reuniões de ectoplasmia, onde se verifica o aparecimento de luz intensa e materialização de objetos, Mateus descreve uma “nuvem luminosa” envolvendo a todos que se achavam no “monte da transfiguração”. Vinda da nuvem uma voz se fez audível: “Este é meu filho amado, em quem comprazo: a ele ouvi” (Mateus 17:5).

Para os estudiosos da ectoplasmia, o fenômeno referido denomina-se “voz direta” ou “pneumatofonia” que, segundo Allan Kardec, em “O Livro dos Médiuns” (Capítulo XII), consiste de sons vocais, provindo do mundo espiritual, que imitam a voz humana e ocorrem quase sempre espontaneamente.

Outro caso de materialização, mencionado em o Novo Testamento, aconteceu em Jerusalém. Os discípulos estavam presos e, de noite, um espírito se faz presente, abre as portas do cárcere e conduz os apóstolos para fora. Então, por “voz direta”, é transmitida a instrução de continuarem a pregar a causa do Cristo no Templo. Os guardas, enviados pelo Sinédrio, narraram que o cárcere encontrava fechado com toda segurança e as sentinelas em seus postos. Contudo, abrindo as portas não encontraram ninguém dentro (Ato dos Apóstolos 5:18-24).

O discípulo Pedro, médium de efeitos físicos, incontestável, certamente desenvolvido por Jesus, é protagonista de mais uma ocorrência de ectoplasmia, exposta em o Novo Testamento. O apóstolo encontrava encarcerado, sob a vista de dezesseis soldados, acorrentado em duas cadeias. De imediato, surge materializada uma entidade de luz e uma luz ilumina a prisão (Atos 12:4-7).

Devemos frisar que a ocorrência referida de emissão de claridade intensa é também observada nas reuniões espíritas de ectoplasmia.

Pedro achava-se entre duas sentinelas, o espírito toca-o e diz: “Levanta-te depressa. Cinge-te, e calça as tuas sandálias. Põe a tua capa, e segue-me”. As cadeias que acorrentavam o discípulo caíram espontaneamente de suas mãos.

Mais uma vez a informação de estar o médium em transe, já que há o relato de Pedro encontrar-se dormindo na prisão. Certamente o apóstolo fornecia o ectoplasma, responsável pela aparição da entidade (Atos 12:6).

Logo que foi acordado, o discípulo, ainda não totalmente lúcido (Atos 12:9), foi conduzido pelo espírito para a rua, passando pelas sentinelas e pelo portão de ferro que se lhes abriu automaticamente. O mensageiro espiritual se apartou de Pedro que, imediatamente, “caiu em si”, isto é, compreendendo então o que se passava (Atos 12:9-11).

Não podemos deixar de citar outras passagens em que efeitos físicos são expostos:

1- Paulo e Silas, aprisionados em Filipos, foram libertados após um tremor que sacudiu os alicerces da prisão, abrindo-se as portas e soltas todas as cadeias. O carcereiro “dormia”, logo era quem liberava o ectoplasma (Atos 16:24-27).

2- Quando da conversão de Saulo, na estrada de Damasco, “seus companheiros de viagem pararam emudecidos, ouvindo a voz, não vendo contudo, ninguém” (Atos 9:7). Mais uma vez o fenômeno da voz direta;

3- Respondendo a Jesus, “uma voz do céu foi ouvida pela multidão ali presente, que achava ter ouvido um trovão. Outros diziam: foi um anjo que lhe falou”. Trata-se novamente da “pneumatofonia” (João 12:28). Então Jesus explicou que a voz veio por “vossa causa” (João 12:30). O Mestre esclarece a todos nós que a realidade mediúnica tem a finalidade de fortalecer aos que tem fé e confundir, como também abalar, os orgulhosos e incrédulos.

O exemplo de Jesus, materializado diante Tomé e deixando-se tocar por ele, comprova que a mediunidade existe efetivamente, revelando-nos que a vida continua após a vida.

 

Capítulo VIII  do livro “Razão e Dogma”, Casa Editora o Clarim

Autor: Américo D. Nunes Filho.

 

 

 

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